Gerador de zine

Olá! Seja bem vinde ao gerador de zine. Zine ou fanzine como a gente gosta de chamar. Um zine é nada mais nada menos que um gibi de baixo custo. Algumas páginas de papel dobrada com alguma coisa pra dizer e pronto. Dentro vai ter textos e figuras produzidas pelo próprio autor, grupo de autores, ou ainda roubada de livros, revistas, internet. As pessoas fazem fanzines sobre as coisas mais diversas que você pode imaginar e a graça é você criar o seu próprio, distribuir ou vender entre os seus amigos e conversar com eles a respeito. Abaixo você tem um zine pronto para ser impresso gerado aleatoriamente a partir de conteúdos selecionados previamente pelo Estúdio Daó.

Para montar seu zine, você precisa de uma impressora e 4 folhas de sulfite.

Com esses materiais em mãos:

  1. Clique no botão imprimir abaixo ou no menu do seu navegador;
  2. Você vai precisar imprimir frente e verso. Se sua impressora tenha essa opção é só seleciona-la e seguir as instruções, caso não tenha é só fazer esse processo manualmente. O jeito mais fácil é você colocar primeiro para imprimir todas as páginas ímpares (1, 3, 5 e 7) e depois você vira as folhas, coloca novamente na impressora e pede para imprimir as páginas pares (2, 4, 6 e 8).
  3. Com as folhas impressas é só dobra-las ao meio e seu zine tá pronto!

Obs.: A impressão do zine funciona melhor no navegador Chrome.

ZINE GERADO ALEATORIAMENTE
A PARTIR DE CONTEÚDOS SELECIONADOS PREVIAMENTE

Ian MacKaye

Wikipedia

Ian Thomas Garner MacKaye (Washington D.C., 16 de abril de 1962) é um cantor e guitarrista americano. Em atividade desde 1979, MacKaye é mais conhecido por ser o líder da influente banda de hardcore punk Minor Threat, e bandas de post-hardcore Embrace e Fugazi, bem como The Evens. Ele é co-fundador e co-proprietário da gravadora independente Dischord Records, em Washington D.C. juntamente com Jeff Nelson.

Uma figura chave no desenvolvimento de hardcore punk e um promotor entusiasta de uma mentalidade independente (DIY ou "do it yourself" da ética punk), MacKaye trabalhou também como engenheiro de gravação e produtor das bandas 7 Seconds, Nation of Ulysses, Bikini Kill, Rites of Spring, Dag Nasty, Necros e Rollins Band. Junto com sua seminal banda Minor Threat, ele é creditado como o criador do termo Straight Edge, embora ele tenha afirmado várias vezes que ele não tinha a intenção de transformá-lo em um movimento.

Sempre ligado a cena pós-hardcore, MacKaye foi um dos responsáveis pelo fortalecimento das gravadoras independentes nos EUA, adotando uma postura contrário ao mainstream e favorável ao underground. Sobre a letra da música "Dinner With The President" do The Evens, Mackaye declarou:

“E, em Washington DC, ir a um jantar na Casa Branca é considerado uma grandessíssima honra. Mas se você reconhece que o governo federal é também uma indústria nojenta, cheia de segredos escusos e gente enlouquecida com o poder, então essa honra não tem valor nenhum.”

Em 2007 o The Evens fez uma turnê na Austrália durante a qual Amy e MacKaye montaram seu próprios equipamentos e tocaram onde nenhuma banda havia tocado antes.

“Se a internet de fato destruir a indústria fonográfica um dia e devolver a música ao ar, será como ver a União Soviética ruir. E ficarei mais do que satisfeito em ver minha pequena gravadora ruir junto."

São Thomé das Letras

Giovani Castelucci

Motivação pra subir no muro

Carreta Furacão

Pernas

Ventre

Aposto que você nem lembra que naquela noite meu olhar era seu
Acho que não sabe tudo o que perdeu

E quando você se tocar

E o cheiro na cama, a marca das unhas em mim
Os gemidos escondidos...
Memorias criadas do que não fizemos

E quando você se tocar
Deixa escorrer pelas pernas
E se perder pelo caminho

E o que esta na cabeça pela ponta dos dedos vai sair
E libertar o que você deseja, o que você espera, ta aí
O gozo vai vir
O medo sair
E o sono bater

The Cleaners

Giovani Castelucci

certo

@giuliafagundes______

Sei lá geométrico 2

@giuliafagundes______

Ilhabela

Giovani Castelucci

Sobre controle social e comportamento coletivo

Robert Park

Assim, indiretamente, e sem qualquer clareza da natureza de sua tarefa, fazendo a cidade o homem refez a si mesmo.

A Revolução Urbana

Henri Lefebvre

A forma do espaço urbano evoca e provoca essa concentração e essa dispersão: multidões, acumulações colossais, evacuações, ejeções súbitas.

Como o MST se tornou o maior produtor de arroz orgânico da América Latina

Paula Sperb para a BBC Brasil

O agricultor Isaías Vedovatto tinha 22 anos quando cortou a cerca da Fazenda Annoni, em Sarandi (RS), na madrugada de 29 de outubro de 1985. Ele foi o primeiro dos 7,5 mil camponeses, de mais de 30 cidades gaúchas, a pisar na invasão de terra, marcante na história do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).

Agora, aos 54 anos, Vedovatto testemunha o MST se tornar o maior produtor de arroz orgânico (sem agrotóxicos) da América Latina - em uma nova etapa do movimento, que é alvo de defesas e críticas igualmente apaixonadas.

O agricultor era um dos 2 mil sem-terra presentes na 14ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz Agroecológico no Rio Grande do Sul, em 17 de março, a 25 km de Porto Alegre. Nesta primeira semana de maio, o movimento organizou, em São Paulo, a 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária, com exposição da produção de acampamentos e assentamentos.

Para a safra do arroz orgânico de 2016-17, o MST estima a colheita de mais de 27 mil toneladas, produzidas em 22 assentamentos diferentes, envolvendo 616 famílias gaúchas. Também serão produzidas 22.260 sacas de sementes, que não são transgênicas.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), órgão do governo federal, não diferencia a produção orgânica da convencional (com agrotóxicos e outros aditivos químicos) na sua estimativa atual de safra. Mas o Instituto Riograndense do Arroz (Irga), do governo gaúcho, confirma que o MST é, no momento, o maior produtor orgânico do grão na América Latina.

entrevista ao site o joio e o trigo

PAOLA CAROSELLA

Se cozinhar vira um bicho de sete cabeças… Quando eu engravidei e tive que fazer a compra do enxoval do bebê, chegou uma lista. Eu quase tive um surto, mas de verdade, eu passei horas e horas aflita porque eu não sabia o que era um mijão. Nem para que servia e porque você precisava disso. E eu ficava olhando para a lista e eu lembro que pensei: “imagina as pessoas quando leem em uma receita e sentem isso que eu estou sentindo agora.”

É um desespero. Só que, para mim, cozinhar era uma bobagem. Se eu chego na minha casa e tem uma cebola, um ovo e um pedaço de pão, eu faço um jantar, e não faço um pão com ovo. Eu posso fazer ovos cremosos com cebola dourada e uma farofa de pão refogada na manteiga e eu vou na horta, pego salsinha, depois eu pego uma rúcula, faço uma salada, coloco do lado.

Entendeu? Eu sei cozinhar. Mas na hora que eu olhava essa lista do mijão e do não sei o que eu fiquei passada, eu falei “o que é isso?”, eu precisei que me ensinassem, eu precisei falar com mães. E eu não tenho mãe, não tenho família aqui, eu precisei arrumar umas pessoas por perto que me explicassem o que é que era a porra do mijão.

Enfim, é importante saber cozinhar para poder cozinhar sem tempo. Nem todos os dias você vai para cozinha e fala “ai, hoje eu vou fazer essa receita da minha família, esse ravioli recheado de blabla que demora quatro horas”. Eu faço isso, uma vez por semana, mas todos os dias não.

Gino Bartali

Revista Bicicleta

Nesse ano, a morte do ciclista Gino Bartali completa vinte anos. Bartali foi uma das figuras-chave do ciclismo e vencedor de dois Tour de France (1938 e 1948) e três Giro d’Italia (1936, 1937 e 1947).

A grandeza de Bartali, nascida em uma família humilde de fazendeiros da Toscana, não se limitou ao seu poder extraordinário na bicicleta. Em tempos de ascensão do fascismo, Il Ginettaccio, como seus contemporâneos o apelidaram, escolheu pedalar em contracorrente. Quando ele venceu o Tour em 1938, recebeu inúmeras pressões para dedicar sua vitória a Benito Mussolini, que estava ansioso para demonstrar a superioridade italiana em prol do prestígio fascista. Ele recusou, apesar do que não pôde evitar ser usado com frequência na propaganda do regime.

Pouco depois, com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, Bartali tomou uma decisão ainda mais corajosa: transportar clandestinamente, em sua bicicleta enquanto treinava, documentos forjados para ajudar centenas de judeus a se livrarem da morte. Vistos, documentos de identidade, passaportes e todos os tipos de passagens de conduta segura estavam escondidos entre a pintura e o guidão da sela, atravessando as estradas do centro da Itália. Atravessou milhares de quilômetros, e era frequentemente preso e interrogado pela polícia. Ele pedia para a polícia não tocar em sua bicicleta porque ela havia sido calibrada milimetricamente para maximizar seu desempenho.

ESTIMA-SE QUE BARTALI SALVOU A VIDA DE CERCA DE 800 PESSOAS.

(…)

Manual Brasileiro de Bike Packing

Bike Handling