Gerador de zine

Olá! Seja bem vinde ao gerador de zine. Zine ou fanzine como a gente gosta de chamar. Um zine é nada mais nada menos que um gibi de baixo custo. Algumas páginas de papel dobrada com alguma coisa pra dizer e pronto. Dentro vai ter textos e figuras produzidas pelo próprio autor, grupo de autores, ou ainda roubada de livros, revistas, internet. As pessoas fazem fanzines sobre as coisas mais diversas que você pode imaginar e a graça é você criar o seu próprio, distribuir ou vender entre os seus amigos e conversar com eles a respeito. Abaixo você tem um zine pronto para ser impresso gerado aleatoriamente a partir de conteúdos selecionados previamente pelo Estúdio Daó.

Para montar seu zine, você precisa de uma impressora e 4 folhas de sulfite.

Com esses materiais em mãos:

  1. Clique no botão imprimir abaixo ou no menu do seu navegador;
  2. Você vai precisar imprimir frente e verso. Se sua impressora tenha essa opção é só seleciona-la e seguir as instruções, caso não tenha é só fazer esse processo manualmente. O jeito mais fácil é você colocar primeiro para imprimir todas as páginas ímpares (1, 3, 5 e 7) e depois você vira as folhas, coloca novamente na impressora e pede para imprimir as páginas pares (2, 4, 6 e 8).
  3. Com as folhas impressas é só dobra-las ao meio e seu zine tá pronto!

Obs.: A impressão do zine funciona melhor no navegador Chrome.

ZINE GERADO ALEATORIAMENTE
A PARTIR DE CONTEÚDOS SELECIONADOS PREVIAMENTE

Pernas

Ventre

Aposto que você nem lembra que naquela noite meu olhar era seu
Acho que não sabe tudo o que perdeu

E quando você se tocar

E o cheiro na cama, a marca das unhas em mim
Os gemidos escondidos...
Memorias criadas do que não fizemos

E quando você se tocar
Deixa escorrer pelas pernas
E se perder pelo caminho

E o que esta na cabeça pela ponta dos dedos vai sair
E libertar o que você deseja, o que você espera, ta aí
O gozo vai vir
O medo sair
E o sono bater

DIREITO À CIDADE: UMA TRAJETÓRIA CONCEITUAL

Bianca Tavolari

Se a industrialização deixa de ser o motor das transformações sociais, tanto a alienação quanto a luta de classes não podem ser compreendidas como exclusivas do domínio da fábrica e da produção, abrindo caminho para pensar a reificação na vida cotidiana da cidade, em uma nova miséria urbana marcada pelos trajetos casa-trabalho, por uma vida programada e sem espontaneidade, em que a intervenção do planejamento urbano amparado pela técnica contribui de maneira decisiva para acirrar as cisões. E a consequência dessa hipótese é nada menos do que ressignificar o que se entendia tanto por dominação quanto por libertação. Não à toa, o horizonte de emancipação é designado pela expressão “direito à cidade”.

(…)

Apesar de aceitarem os termos em que a questão conceitual prévia é colocada e levarem adiante a crítica ao urbanismo e ao planejamento urbano, ambos mostram descrédito em relação à hipótese central de urbanização completa da sociedade, tida como pouco factível, impossível de ser verificada empiricamente. Inverter a relação entre urbanização e industrialização era um passo que nem Castells, na perspectiva do estruturalismo althusseriano, nem Harvey, cujo contato com o marxismo ainda era recente, pretendiam dar.

Ribeirão Pires

Giovani Castelucci

What’s going on

Marvin Gaye

São Paulo

Cólera

Mais um outro dia em vão
Encostado na esquina
Vendo gente passar
Um cigarro pra fumar
Numa noite muito fria
As sirenes a gritar
Violências nas esquinas
E barulho em todo lugar
Ooh! Ooh! Ooh! Cidade!
Ooh! Ooh! Ooh! Cidade!
Mais um outro dia em vão
Encostado na estação
Vendo o ódio das pessoas
Toda hora brigam atoa
A violência da polícia
Puta-merda que vergonha
Quando isso vai mudar
Puta-merda de lugar
Ooh! Ooh! Ooh! Cidade!
Ooh! Ooh! Ooh! Cidade!
Quando isso vai mudar?
Puta merda de lugar

BPP

@giuliafagundes______

Retícula sobre Itamar

Guilherme Vieira

vish

internet

até quando?

@giuliafagundes______

Z-L

Guilherme Vieira

Motivação pra subir no muro

Carreta Furacão

Colagem

@giuliafagundes______

Ilhabela

Giovani Castelucci

Ninfa

La Leuca

Ninfa
No limite da cria
Do ventre
Do vencer
Vulgar

E pra sobreviver
Manco devagar
O preço
Um prato
Um lar

O escuro é meu
Me deixa achar
Meu fim
Meu sim
Meu dar

Ninfa
Vivendo de ar
Ainda
Nem sabe
Amar